Peças para o próximo leilão

167 Itens encontrados

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  • CHICO DA SILVA 1974 - Galo fantástico, (Escola de Pirambu), óleo sobre tela medindo 45x65cm somente a obra e 64x85 com a moldura. Assinado e datado no canto inferior direito.
  • CLÉLIA MARIA 1990 - Barco Solitário, óleo sobre tela medindo 73x58 somente a obra e 99x85 com a moldura. Assinado no canto inferior esquerdo. Titulado, datado e assinado no verso.
  • ADEMILSON 2026 - Futebol Rumo ao Hexa, óleo sobre tela medindo 50x50 sem moldura. Ademilson Felipe, natural de São José de Ubá, no Noroeste Fluminense, filho mais novo de Joaquina e Milton Felipe, trabalhadores rurais, tinha tudo para ter a sua história de vida definida pela foice e enxada. Quis sua determinação (ou terá sido destino?) que a história trilhasse caminho diferente. Hoje, aos 53 anos, realiza o sonho que desde criança persegue: pintar. Migrado da zona rural para a periferia de Itaperuna, Ademilson tornou-se ajudante de pedreiro. Com as sobras de tintas da pintura de paredes, passou a colorir a própria casa, transformando suas paredes em grandes murais. Tô agarrado na arte, ele diz. Com tintas e pincéis, registra as cenas que viveu, no exercício de memória afetiva, lembranças de lugares, pessoas e situações. A vida no campo, os animais, as plantações de tomate, o cuidado com o gado, as festas de roça são parte de uma realidade que o artista também conhece e retrata em suas pinturas. Participou das seguintes exposições: 1- Expressões da Arte Popular Fluminense, coletiva, Galeria Candido Portinari, Rio de Janeiro, de 22/09 a 14/11/2025 2- Ademilson: pinturas, individual, ITC + Trata, Niterói, RJ, de 31/01 a 01/04/2026. Fonte: Texto de Ricardo Lima.
  • SANTA 1991 - Duas meninas, óleo sobre tela medindo 20x30 só a obra e 45x55 com moldura. Assinado e datado no canto inferior direito. SANTA - Maria Júlia de Almeida Caseiro, nasceu em Contagem, MG em 1938.Pintora, estudou na Escola Guignard, BH. Participou do Salão Nello Nuno em 1976 e diversas outras coletivas. Realizou individuais em Saint Louis e Nova Iorque além de dezenas outras. Considerada uma das alunas de Guignard de mais destaque. Possui obras em expressivos acervos sendo sempre um trabalho de muita procura e valorização constante!
  • YARA TUPYNAMBÁ 2013 - Frutos sob fundo preto, pastel seco medindo 46x32 cm. Emoldurado em moldura infinita. Yara Tupynambá é uma pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora residente em Belo Horizonte. Iniciou seus estudos de arte em 1950, em Belo Horizonte, com Guignard, e aprofundou-se na gravura em 1954 com Misabel Pedrosa, aperfeiçoando-se posteriormente com Oswaldo Goeldi, no Rio de Janeiro. Cursou a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde, em 1967, defendeu tese sobre Albert Dürer e, no ano seguinte, passou a lecionar gravura na mesma instituição. Dedicou-se especialmente à gravura em madeira, preferindo o preto e branco à utilização de cores. Em suas telas a óleo, retratou congados, cavalhadas e violeiros, temas que remetiam à sua adolescência e às viagens pelo interior de Minas Gerais. Uma das maiores artistas mineiras com obras nas melhores coleções e com valorização e procura em ascendência.
  • LUGMAR 1979 - Casal, lápis de cor sobre papel medindo... Assinado e datado no canto inferior direito. Emoldurado com vidro.
  • AFRÂNIO 1976 - Casario, óleo sobre madeira medindo 17x40 somente a obra e 35x58 com a moldura. Assinado e datado no canto inferior esquerdo. Cartão do artista fixado no verso.
  • CAMINITO DIOGENES 1978 - Casario, óleo sobre madeira medindo 27x37cm somente a obra e 57x65 com a moldura.  Assinado, localizado e datado no canto inferior esquerdo.
  • JOSÉ MARIA RIBEIRO 1981 - De minha janela, óleo sobre tela medindo... Assinado e datado no canto inferior direito. Titulado e assinado no verso.
  • JARBAS JUAREZ 1964 - Figura feminina. nanquim sobre papel medindo... Assinado no canto inferior direito. Emoldurado com vidro.
  • WAGNER - Vista de Ouro Preto, óleo sobre tela medindo 52x35 somente a obra e 80x64 com a moldura. Assinado no canto inferior direito.
  • SPOLAOR - Marinha com figuras, óleo sobre tela medindo 50x33 somente a obra e 80x64 com a moldura. Assinado no canto inferior direito.
  • ESTEVÃO - Vista de Ouro Preto, nanquim medindo 44x32cm somente a obra e 59x45 com a moldura. Assinado no canto inferior direito. Emoldurado com vidro duplo.
  • SÉRGIO NUNES 1979 - Orelhas e Cerejas - Recordações de um diálogo. Nanquim sobre papel medindo 32x47cm somente a obra e 44x59 com a moldura. Localizado, datado, titulado e assinado na margem inferior. Emoldurado com vidro.
  • YARA TUPYNAMBÁ - Mosaicos, pastel seco com interferência medindo 30x50 somente a obra e 50x70 com o suporte, (madeira colada em suporte de madeira). Assinado no canto inferior direito. Yara Tupynambá é uma pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora residente em Belo Horizonte. Iniciou seus estudos de arte em 1950, em Belo Horizonte, com Guignard, e aprofundou-se na gravura em 1954 com Misabel Pedrosa, aperfeiçoando-se posteriormente com Oswaldo Goeldi, no Rio de Janeiro. Cursou a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde, em 1967, defendeu tese sobre Albert Dürer e, no ano seguinte, passou a lecionar gravura na mesma instituição. Dedicou-se especialmente à gravura em madeira, preferindo o preto e branco à utilização de cores. Em suas telas a óleo, retratou congados, cavalhadas e violeiros, temas que remetiam à sua adolescência e às viagens pelo interior de Minas Gerais. Uma das maiores artistas mineiras com obras nas melhores coleções e com valorização e procura em ascendência.
  • SCLIAR 1983 - Laranjas, gravura (P.A.) medindo 56x37cm somente a obra e 72x51 com a moldura. Assinada e datado a lápis na margem inferior. Emoldurado com vidro.
  • MARTINOLLI 1977 - Mãe e filha, Rotogravura medindo 22x30cm somente a obra e 45x54 com a moldura. Assinado e datado (na chapa), no canto inferior direito. Emoldurado com vidro.
  • JOSÉ MARIA RIBEIRO 1973 - Figura de menina, óleo sobre madeira medindo 20x25 somente a obra e 47x52 com a moldura. Assinado e datado no canto inferior direito.
  • BOTTARO 1986 - Figuras na mata, aquarela sobre papel, medindo 25x34 somente a obra e 47x57 com a moldura. Assinado e datado no canto inferior esquerdo. Emoldurado com vidro.
  • CHANINA 1964 - Rosto de mulher, desenho a caneta sobre papel, assinado, datado e com dedicatória no canto inferior direito. "Pa. Jacob, oferece Chanina 1964". Chanina Luwisz Szejnbejn: Pintor, desenhista, gravador, ilustrador e professor. Emigra para o Brasil com seus pais, aos nove anos de idade, estabelecendo-se em Belo Horizonte. Cursa gravura em metal com Anna Letycia (1929), litografia com João Quaglia (1928) e composição com Fayga Ostrower (1920-2001), na mesma cidade, em meados de 1940. Em 1946, estuda pintura e desenho com Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1921), no Instituto de Belas Artes de Belo Horizonte, hoje Escola Guignard. Naquele mesmo ano, ingressa no curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formando-se em 1955. Paralelamente ao exercício da medicina, dedica-se às atividades artísticas e ao ensino, tornando-se professor de pintura na Escola Guignard. Faz capas de livros e ilustrações, especialmente para o Suplemento Literário do Diário Oficial de Minas Gerais. Em 1984, é laureado com a medalha da Inconfidência, comenda concedida pelo governo de Minas Gerais a personalidades que contribuem para a projeção da cultura mineira."A origem judaica, a formação e convivência em Minas, o ofício da medicina: na confluência dessas forças, o pintor Chanina realiza uma obra fortemente humanista, densa, dramática, carregada de uma sensibilidade peculiar, não se descartando de um certo lirismo que corresponde, dentro de sua visão-de-mundo, ao reconhecimento das próprias possibilidades redentoras da arte. O expressionismo que marcará toda a sua obra - figurativa ou não - tem origem nas próprias raízes culturais do artista que, como em Chagall, sobrepondo-se ao sentimento trágico da vida, há de fazer de sua pintura: poesia. Lírico, Chanina pinta com o coração, fazendo fluir, da malha de acentuados grafismos, iluminada pelo magnífico colorido, a constelação de imagens-símbolos que rompem os limites da realidade para aninhar-se nos páramos de fantásticas regiões. Suas personagens míticas - mulheres com pombas e flores, cavaleiros medievais, cavalos estelares e feiticeiros - e as suas paisagens mineiras e de outros reinos, tudo se inscreve dentro desse círculo de sonho e fantasia, que a cor e o rico tessituramento da matéria pictórica mais acentuam".SAMPAIO, Márcio. Chanina. Suplemento Literário Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 22, n. 1095, p. 3, 5 mar. 1988. Edição especial.

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